Minas Gerais é rico de várias formas. A arquitetura é impressionante.Ainda é possível encontrar bons exemplares preservados que convencionamos chamar “cidades históricas”. Datadas do período colonial, elas hoje são patrimônios tombados em nível estadual, nacional e até mundial.
MARIANA
MARIANA é a Primaz de Minas. A cidade que foi vítima do maior desastre ambiental da história do Brasil, com o rompimento da barragem de Fundão, em 2015, tem um dos centros históricos mais representativos do barroco nacional.
OURO PRETO
A antiga Vila Rica, Patrimônio Cultural da Humanidade reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é, provavelmente, a cidade mais internacionalizada de Minas Gerais. Pelas ladeiras é possível ouvir sotaques do mundo inteiro.
SABARÁ
Distante 23 quilômetros de Belo Horizonte, Sabará é a menos famosa das três vilas, mas não por isso menos importante ou bela. O município sofre os benefícios e vicissitudes da proximidade com a Capital e, muitas vezes, é percebida apenas como uma cidade dormitório.
Nas ruas de Pitangui as pessoas ainda se admiram ao encontrar quem tenha ido até lá apenas para conhecer a sua história. Sede do Circuito Turístico Verde Trilhas dos Bandeirantes tem, ainda que lentamente, se apresentando como um pólo turístico.
PITANGUI
SÃO JOÃO DEL REI
Em 1713 foi a vez do Arraial Novo do Rio das Mortes, fundado em 1704, se tornar a Vila de São João Del Rei.
A história da cidade ainda registra importantes episódios, como a guerra civil dos Emboabas, disputa entre paulistas e portugueses que almejavam a posse das minas. A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso – a primeira em Minas Gerais a ser construída em alvenaria de pedra – é a guardiã dessa memória.
CAETÉ
SERRO
O mais conhecido cartão postal do Serro é a Igreja de Santa Rita, no alto da desafiadora escada de (apenas) 58 degraus, parece pequena, mas abre para crentes e turistas um dos mais deslumbrantes altares construídos durante o ciclo do ouro.
TIRADENTES
Chegando ao fim da nossa viagem pela primeira fase das Vilas do Ouro, em 1718, o Arraial Velho do Rio das Mortes se transformava na Vila de São José del Rei.